Reunião do Conselho Diretivo da ANEL

Conselheiros destacaram o momento de fortalecimento e crescimento, com os projetos educacionais se consolidando e resultando em aumento do número de alunos matriculados nas escolas da rede luterana

No dia 5 de março, a Associação Nacional de Escolas Luteranas (ANEL) realizou a primeira reunião ordinária de 2024 do seu Conselho Diretivo. Estiveram presentes os conselheiros titulares: Marlus Seling (presidente), Dione da Costa Galvani, Eliane Aparecida Dias Machado, Enio Starosky, Vivianne Denise Quevedo Stanke e Marli Lebkuchen Lange; os conselheiros consultivos: Joel Müller (vice-presidente de Ensino da IELB) e Alexandre Ulrich; o suplente Eltton Zielke e também os representantes da empresa Sete Gestão Educacional, Nelci Naor Senger e Maria Helena Teixeira Senger, que exercem as atividades referentes à direção executiva da ANEL. Entre os assuntos tratados na reunião, merecem destaque: 1º) a decisão de publicar um manifesto contrário aos encaminhamentos da Conferência Nacional de Educação 2024 (CONAE 2024), que aprovou o documento norteador do Plano Nacional de Educação 2024 – 2034 contendo inúmeros direcionamentos extremamente nocivos ao ensino privado e, principalmente, ao ensino confessional cristão; 2º) os encaminhamentos referentes ao 14º Encontro Nacional de Escolas Luteranas (faça aqui a sua inscrição), destacando-se, neste item, o detalhamento da programação do evento que ocorrerá de 16 a 19 de julho, em Santo Amaro da Imperatriz, SC, celebrando os 500 anos da carta de Martinho Lutero “Aos Conselhos de todas as cidades da Alemanha para que criem e mantenham escolas cristãs”; e 3º) a aprovação do pedido de filiação da Escola de Educação Infantil Aprender Brincando, de Pelotas, RS.

Conforme evidenciado nos relatos dos conselheiros que são diretores, o trabalho das escolas associadas à ANEL vem passando por um momento de fortalecimento e crescimento, com os projetos educacionais se consolidando e resultando em aumento do número de alunos matriculados.

Comentários

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Matérias Relacionadas

A parábola do semeador

A cultura digital afasta-nos da terra. Por mais evoluídos que sejamos, não podemos perder contato com a terra, a terra somos nós mesmos, pó é nossa origem e nosso destino. O período de uma vida transcorre de pó a pó

Veja também

A parábola do semeador

A cultura digital afasta-nos da terra. Por mais evoluídos que sejamos, não podemos perder contato com a terra, a terra somos nós mesmos, pó é nossa origem e nosso destino. O período de uma vida transcorre de pó a pó

A subjetividade contemporânea do rolar a tela do celular

O Tik Tok passa a predominar e compor o mundo intrapsíquico do ser humano. E tal composição atinge milhões de pessoas, como uma espécie de hipnose pandêmica.

A dolorosa volta para casa

Após 20 ou mais dias, vítimas da enchente no RS começam a retornar aos seus lares para limpeza e reconstrução