Ela limita o poder, preserva comunidades vivas, fortalece famílias, permite obras de misericórdia, sustenta escolas confessionais, protege a pregação e mantém aberta a circulação de ideias, valores e convicções na sociedade
A verdadeira liberdade não nasce das armas nem da imposição, e, sim, da Palavra que liberta corações. Essa é a liberdade que permanece como fundamento para a vida cristã e para a convivência pacífica: uma liberdade que rejeita a tirania e a violência, mas que também não se dissolve no individualismo
Em tempos de desafios à fé e à liberdade de consciência, celebramos o legado de Niceia como uma bússola para resistir à pressão do relativismo e afirmar, com mansidão e firmeza, a verdade do evangelho
Os eventos de 2024 evidenciam a importância de um diálogo contínuo e equilibrado entre o Estado e as diversas expressões religiosas presentes no país. A defesa da liberdade religiosa, aliada ao respeito pela laicidade estatal, permanece um desafio constante, exigindo atenção e comprometimento de todas as esferas da sociedade brasileira
É imperativo que o Brasil consolide mecanismos eficazes de proteção ao direito ao exercício da fé, combatendo abusos que possam vir tanto do Estado quanto de instituições privadas e da própria sociedade
Assista ao vídeo da coluna Direito Religioso que aborda vários aspectos envolvendo serviço voluntário e a necessidade de cuidados jurídicos para a contratação segura em construções!
A realização dos ideais religiosos depende da preservação da liberdade religiosa – o direito fundamental de praticar, expressar e manifestar suas crenças sem discriminação ou perseguição. Defender a liberdade religiosa não é apenas uma obrigação legal, mas um imperativo moral que garante o florescimento de diversas comunidades religiosas e promove um ambiente propício ao diálogo e à cooperação