Os eventos de 2024 evidenciam a importância de um diálogo contínuo e equilibrado entre o Estado e as diversas expressões religiosas presentes no país. A defesa da liberdade religiosa, aliada ao respeito pela laicidade estatal, permanece um desafio constante, exigindo atenção e comprometimento de todas as esferas da sociedade brasileira
É imperativo que o Brasil consolide mecanismos eficazes de proteção ao direito ao exercício da fé, combatendo abusos que possam vir tanto do Estado quanto de instituições privadas e da própria sociedade
Uma teologia robusta oferece a base sólida para que uma igreja ou organização religiosa não apenas se mantenha fiel aos seus princípios, mas também esteja preparada para enfrentar desafios legais.
Essa estátua de Lúcifer é uma boa oportunidade para esclarecer os ensinos bíblicos sobre este anjo maligno, o poder que ele tem e o poder que ele não tem.
A realização dos ideais religiosos depende da preservação da liberdade religiosa – o direito fundamental de praticar, expressar e manifestar suas crenças sem discriminação ou perseguição. Defender a liberdade religiosa não é apenas uma obrigação legal, mas um imperativo moral que garante o florescimento de diversas comunidades religiosas e promove um ambiente propício ao diálogo e à cooperação
Neste ano de 2024, muitos desafios nos aguardam na busca pela manutenção das garantias constitucionais de liberdade religiosa no Brasil. A polarização política dos últimos tempos tem minado as bases institucionais de direitos fundamentais, e não é menos verdadeiro com relação à liberdade de crer, ensinar e confessar a fé.