Através das reminiscências, reflexos das dores, a pessoa perdura em uma contínua reprodução, resumidamente: o passado é tido como uma incessante sombra que aplaca a luz de uma perspectiva diferente para um futuro a ser erigido.
Da mesma forma que devemos respeitar os limites daqueles com quem convivemos, também é nosso dever estabelecer limites sobre como os outros e nós mesmos devemos nos tratar.