Enquanto aguardamos a volta de Cristo, cada um de nós joga sua partida. Somos convidados a testemunhar, servir ao próximo, amar, perdoar e apontar para Jesus em nossas atitudes
Talvez essa seja uma das mais sublimes missões das mães: ajudar a transformar os momentos comuns da casa em memórias de fé que acompanham os filhos por toda a vida
Se você também tem o privilégio de ser chamada dessa forma monossilábica agradeça a Deus e busque sabedoria, inteligência e conhecimento na Palavra dele para seguir edificando seu lar.
Desenvolver uma amizade duradoura entre irmãos pode ser um desafio, mas especialistas sugerem várias abordagens para cultivar essa relação ao longo do tempo
“O Papai Noel não é o centro do Natal, mas o que o bispo Nicolau, que foi o primeiro Noel, fazia – a fé no Jesus menino, que ele demonstrava com atos –, isso é o centro.”
Devemos ser o porto seguro de nossos filhos, acolhendo-os e orientando-os frente a qualquer sentimento que tenham. E devemos ensiná-los a falar sobre fatos ou situações que odeiam e não sobre odiar pessoas
“Filho, desculpe a mãe, eu realmente falo muito rápido, às vezes, e vou procurar cuidar para não tirar mais as palavras da sua boca. Vou esperar que você fale, que consiga dizer o que você quer, no seu tempo, está bom?”
“Quem vem aí?”, me perguntou uma senhora na saída do culto. Ao responder que era mais um menino, ela disse: “Ah, não!! Tinha que ser uma menina!” Quase sem acreditar no que ouvi, questionei: “Por quê? Não mesmo! Quando Deus envia o presente, a gente aceita com gratidão”.
Afinal, enquanto há vida, um novo dia nasce em cada amanhecer. É como está escrito no livro de Lamentações 3.22 e 23: “As misericórdias do Senhor não têm fim, renovam-se cada manhã”.